IPO

IPO (do inglês Initial Public Offering) ou Oferta Pública Inicial é o nome dado ao processo no qual uma empresa vende suas ações ao público pela primeira vez.

Ao fazer uma oferta desse tipo, a empresa amplia seu quadro de sócios, uma vez que quem compra os papéis se torna dono de uma pequena parte do negócio.

Para poder negociar ações, a empresa não pode simplesmente ofertá-las aos investidores.

O processo começa com um registro de companhia aberta no órgão regulador do mercado de valores — no caso brasileiro, a Comissão de Valores Mobiliários(CVM).

Além de pedir para abrir capital, a empresa precisa de uma autorização para vender as ações e outra para ser listada em bolsa.

Com as autorizações em mãos, os donos da companhia elaboram um documento chamado prospecto da oferta, voltado para o público investidor. Nele, são detalhadas informações importantes sobre a própria operação e sobre o futuro do negócio.

Assim, quem estiver disposto a ter uma parte daquela empresa, saberá de antemão quais são os planos dos administradores, assim como a situação do mercado no qual a companhia está inserida e os riscos da companhia.

A distribuição das ações pode ser primária ou secundária. Uma oferta primária ocorre quando a companhia emite novas ações para vendê-las ao público, aumentando sua base acionária. No final da transação, o dinheiro vai para a própria empresa.

Na secundária, a companhia coloca à venda ações existentes — em geral, papéis de sócios que decidiram reduzir sua participação no negócio. Nesse caso, os recursos obtidos vão para o bolso dos acionistas que venderam os papéis e não para o caixa da empresa.

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